quinta-feira, 14 de março de 2013

Por que criamos a Dança de Salão Funcional – Ritmos Atuais?


Por que criamos a Dança de Salão Funcional – Ritmos Atuais?

     Em 2010 muitos alunos nos procuraram com dúvidas semelhantes perguntando, por exemplo, como usar os movimentos ensinados em aula (samba) em um bar da cidade que está sempre muito lotado, falaram das dificuldades para executar até os passos básicos da dança em espaços apertados.
     Outro comentário que recebemos foi de alguns homens, que quando aprendem determinado passo, exemplo “tic tic tun” (básico do samba), vão para as festas e sentem dificuldade de dançar com as mulheres que não fazem aulas. Entendo que para um aluno iniciante seja difícil adaptar os movimentos, ele consegue reproduzir literalmente da forma que lhe é ensinado, então, quando esse aluno convida uma menina para dançar um samba, se a mesma nunca tiver feito aula, ou seja, não conheça o “tic tic tun”, a dança não acontece, frustrando nosso aluno por não conseguir aplicar na prática o que lhe foi ensinado na escola.
     Enfim, pensando nisso procurei uma forma de atender esse público que deseja aprender a dançar para “ir para noite”, criamos uma aula para quem quer aprender simplesmente o DANÇAR, com estratégias e dicas especificas para usar nestes ambientes com menor espaço físico e para quando forem em festas de casamento, formaturas, bailes ou até mesmo em um barzinho... sintam segurança de ir para pista se divertir, surgindo assim, a DANÇA DE SALÃO FUNCIONAL – RITMOS ATUAIS, onde o objetivo é oportunizar aos nossos alunos, na prática, o que realmente é preciso aprender para dançar os ritmos mais tocados nas casas noturnas, bares e festas de Caxias do Sul e região.
       Iremos trabalhar os ritmos de: Sertanejo Universitário, Pagode, Forró, Samba, Pop Rock, e algumas gaúchas, com ênfase na Musicalidade (como movimentar-se com a música e não somente no ritmo), Condução (para o homem realmente aprender como induzir a dama a executar o movimento que ele deseja) Resposta (para a mulher entender o que é ser conduzida, e aprender a responder a condução masculina) proporcionando, assim, com a dança, maior satisfação pessoal e desempenho social.


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